| Server 1 |
0 Membros 0 Online |
| Server 2 |
0 Membros 0 Online |
| Server 3 |
0 Membros 0 Online |
Em 2013, um jovem português de 23 anos decidiu criar o jogo que queria jogar mas que não existia. Sem saber programar, sem equipa, sem orçamento — mas com um caderno e um lápis onde escrevia funcionalidades página após página.
Mas a história começa ainda antes. Com apenas 16 anos, muito antes de saber o que era uma linha de código, Fábio já escrevia num caderno a lápis todas as funcionalidades que sonhava ver num jogo de máfia. Ideia após ideia, página após página — a visão estava toda lá, à espera de ganhar vida.
Esse jovem era Fábio, e o jogo chamava-se MafiosoLocal.
O conceito era simples mas ambicioso: um jogo de máfia multiplayer baseado em browser, em português, onde os jogadores podiam viver o submundo do crime de forma imersiva. Fábio não copiou ninguém. Cada funcionalidade nasceu da sua cabeça — muitas delas escritas a lápis num caderno anos antes de existir uma única linha de código.
No primeiro dia de lançamento, após uma divulgação numa página de vídeos viral portuguesa, o jogo teve mais de 2.000 jogadores. Sem app store. Sem publicidade paga. Sem equipa de marketing. Apenas uma ideia boa e uma comunidade que reconheceu algo genuíno.
O projeto acabou por parar — não por falta de jogadores, não por falta de visão, mas pela realidade de um criador sozinho num mercado técnico difícil. Os programadores não percebiam a visão. A tecnologia da época tinha limitações. A vida seguiu outro caminho.
Mas o bichinho nunca morreu.
Em 2026, com mais de uma década de experiência de vida, com recursos, e com uma ferramenta que em 2013 era impossível imaginar — a Inteligência Artificial como parceira de desenvolvimento — Fábio voltou.
Não para fazer uma versão melhorada do que existia. Não para copiar o que os outros fazem. Mas para finalmente acabar o que começou. Com a mesma filosofia de sempre: todas as funcionalidades devem ser originais, criadas com criatividade e com gosto.
O MafiosoLocal de 2026 é um jogo diferente de tudo o que existe — crimes em grupo onde cada jogador tem um papel único, um sistema de testemunhas que cria economia de informação, cidades mundiais icónicas da máfia, gangs que controlam territórios, um jornal que narra a história em tempo real, e um servidor que tem um fim épico quando uma gang conquista o mundo inteiro.
É um jogo feito por um português, para o mundo, com alma.
"Um projeto pequeno terminado vale mais do que dez ideias gigantes abandonadas."
— Fábio, fundador do MafiosoLocal
Volta ao Jogo